Mário Quintana
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Chego em casa. Acendo a luz. Materialmente, tudo está como antes. Materialmente não há nenhum vestígio de tudo que houve ali. Mas dentro de mim, as memórias ainda são fortes. Lembro de tudo de bom que a gente viveu aqui, até a fatídica noite de ontem. Eu pensei que não passaria de uma noite normal, mas foi a noite do nosso fim. Sem querer mencionar aqui os fatos, chegamos à conclusão de que não haveria forma de continuar. Então agora, quando volto ao local do fim, penso se essa seria a decisão certa. Porque em mim, ainda vejo a marca visível do pranto. E para piorar as coisas, hoje é um dia chuvoso. Olho pela janela, e rezo para que tudo isso que eu estou vivendo se transforme em névoa, que vá embora junto com a noite, e que o dia seguinte seja ensolarado.
Brenda Sarayva
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Gosto de falar de amores. Amores perdidos, amores platônicos, escondidos, fatais, adolescentes, inconvenientes. Gosto de fazer no papel o que na realidade não acontece. Um amor sem complicações. Sem partir corações. Mesmo que a realidade não seja assim, sempre temos esperanças de um final feliz.
Brenda Sarayva
domingo, 23 de janeiro de 2011
Embora poucos saibam, a palavra Abracadabra significa "Eu crio ao falar", quando eu soube disso, pensei nas diversas vezes que quando era criança brincava com essa palavra e acreditava que as coisas aconteciam sim com uma simples palavra. Hoje, me tornei cética, e não paro de pensar que seria mais fácil se fosse assim, que seria bem mais fácil criar ao falar...
Brenda Sarayva
domingo, 16 de janeiro de 2011
Quantas vezes deixei de olhar para o lado com medo do que eu poderia ver? Quantas vezes não sai de casa com medo de encarar o mundo? Impossível responder. Impossível saber quantas vezes fui egoísta, medíocre, ou simplesmente quantas vezes tive medo de tentar. Demorei muito para entender que eu precisava me arriscar. E que se arriscando, acabamos errando. É um jeito pouco justo de viver. Mas cabe a nós, meros mortais aceitar.
Brenda Sarayva
sábado, 15 de janeiro de 2011
Sou descrente da verdade. Pra mim, já não existe algo que realmente faça sentido. As mentiras já não me machucam mais, as dores não me comovem, os sofrimentos não me abalam, a falsidade não me derruba, as doutrinas não me guiam, a razão não me governa, muito menos alguma lei. Não creio em promessas, pois arrancaram todos os meus motivos para isso. A garotinha, que antes acreditava em conto de fadas, hoje apenas acredita que existe um mundo onde os mais preparados sobrevivem. Precisamos ter forças para enfrentar os desafios e decepções, pois essa é a única certeza que eu tenho na vida: Vou ter problemas e vou precisar enfrentá-los.
Autor Desconhecido
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Aonde eu estiver, com quem eu estiver, fazendo o que quizer, eu vou pensar em você. Vou pensar, no quanto eu preferia estar com você e lembrar de um tempo que eu o teria quando quizesse. E nessas horas, vou ser capaz de entender que o amor era grande, mas nós é que não fomos fortes o suficiente para aguentar o amor. Me desculpe, se ainda não aprendi a mandar nos meus pensamentos, ainda não controlo sentimentos, ainda sonho ao invés de viver. A vida não me ensinou, mas um dia eu me torno uma pessoa melhor e ou fico com você de vez, ou esqueço você para sempre.
Brenda Sarayva & Jackeline Costa
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